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Lista dos alimentos para coelho



Vegetais
Abóbora (cuidado que é laxante)
Aipo (e folhas)
Alcachofra (só folhas)
Beterraba
Bróculos (só o caule)
Cenoura (e folhas)
Chicória
Courgette
Couve-flor (e folhas)
Couves de Bruxelas
Espargos
Milho-bebé (o normal não)
Nabo (ocasionalmente)
Pepino
Pimentos (vermelho, amarelo e verde)
Rabanete (moderadamente)
Repolho (raramente, pois pode causar viragens digestivas)
Rúcula

(folhas de cor escura em geral não dão problemas, devem-se evitar as de cores claras)

Ervas

Basílico
Calêndula
Camomila
Coentros
Dente-de-leão
Funcho
Hortelã
Lavanda
Merugem
Milfólio
Orégãos
Rosmaninho
Salsa
Salva
Tomilho
Trevo


Frutos

Ameixas
Amoras e folhas
Ananás (apenas um pouco, do tamanho de uma unha cerca de uma vez por mês para ajudar a eliminar bolas de pêlo)
Banana (muita moderação)
Cereja
Kiwi
Laranja sem casca
Maçã
Manga
Melancia
Melão
Morangos e folhas
Nectarinas
Papaia (apenas um pouco, do tamanho de uma unha)
Pêra
Pêssego (evitar dar a casca com "pêlo")
Uvas

Alimentos proibidos

Alface
Alfavaca dos montes
Anémonas
Árvore-da-borracha
Azedas
Batata
Beladona
Camélia
Cavalinha
Cicuta
Dedaleira
Erva-leiteira
Escrofulária-nodosa
Espinafres
Ervilhas
Feijão-verde
Fetos
Giesta
Jarro-dos-campos
Laurisilva
Leguminosas secas (feijão, grão-de-bico, soja...)
Lírios do vale
Meimendro negro
Mostarda-dos-campos
Papoilas
Ranúnculo
Ruibarbo
Tremoço
Trovisco



Gravidez psicológica na coelha

 
 
O que é a gravidez psicológica

A gravidez psicológica caracteriza-se por um conjunto de sintomas semelhantes ao da gravidez, sem contudo haver concepção e desenvolvimento do embrião. Inclui-se o desenvolvimento mamário e produção de leite, aumento do tamanho da barriga, ganho de peso, alterações de comportamento, etc. A coelha pode começar a construir o ninho com pêlo que tira do corpo, ficar mais agressiva ou mais mansa do que o normal, ficar com a barriga inchada...
O que acontece em situações normais

Como se sabe, a ovulação numa coelha é despoletada por acontecimentos, como por exemplo a presença de um coelho macho (ou outro animal qualquer do sexo masculino). Quando isso acontece, no local do ovário de onde saiu cada um dos óvulos forma-se um corpo que vai ser responsável por produção de hormonas (corpo lúteo). Caso haja fecundação (encontro do óvulo com o espermatozóide) esse corpo lúteo vai continuar a produzir hormonas durante a gravidez. Caso não haja fecundação ele vai regredir ("desaparecer") e deixa de produzir hormonas.

O que acontece numa gravidez psicológica

Numa gravidez psicológica, apesar de não haver fecundação, o corpo lúteo não desaparece. Assim ele vai continuar a produzir hormonas, enganando o corpo que vai reagir como se estivéssemos na presença de uma gravidez normal. Assim vão aparecer os sintomas da gravidez sem ela, de facto, existir.
O que leva a que o corpo lúteo não desapareça ainda está em estudo, mas parece estar relacionado com um complexo situado perto da nuca, chamado complexo hipotálamo-hipófise, que é responsável pela regulação de hormonas, existindo outros estudos que afirmam que o útero está intimamente relacionado com o tempo de existência do corpo lúteo. Outros estudos há que demonstram que situações de stress podem provocar esta situação, assim como ansiedade.

Perigos da gravidez psicológica

A pseudogestação tem um grande perigo: tumores mamários e mamites devido a leite não completamente absorvido. Por isso coelhas em que isto é recorrente podem, na grande maioria dos casos, desenvolver cancro. Além disso podem também ocorrer infecções uterinas que normalmente são detectadas demasiado tarde.

O que fazer

Se as situações forem recorrentes, o melhor a fazer é esterilizar a coelha.


E, citando Isabel Alves:
A gravidez psicológica não tem origens 'psicológicas' mas sim hormonais. Assim, a história do 'aborrecimento', 'vontade de ter filhos' ou 'saudade dos filhos' é perfeitamente absurda [embora muito enraizada e muito 'vox populi']. E a única maneira de as evitar é a esterilização. Ponto final.


Ler mais: http://ocoelhoanao.blogspot.com/2008_11_01_archive.html#ixzz1Wp1EgmVx
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

Dicas sobre a alimentação de coelhos

Coelhos são animais Herbívoros, portanto devem ser alimentados com considerável quantidade de alimentos fibrosos, isto é folhas, legumes, frutas e também hoje temos no mercado pet, rações a disposição.
Apesar da fibra, possuir escasso valor nutritivo, é importante,na regulação do trânsito intestinal e na prevenção de distúrbios digestivos. Para suplementar a necessidade de proteínas, aminoácidos e carboidratos a ração funciona muito bem.
A alimentação ideal para coelhos de qualquer idade é composta de grande quantidade de grama, capim (Pangola, jaraguá, elefante, napier, colonião, braquiárias) e folhagem como folha de bananeira, amendoeira e laranjeira. Outros vegetais que podem ser oferecidos são repolho, couve, salsa , cheiro verde, chicória, folhas de mostarda, manjericão e acelga.

Evite folhas de cor clara, e não é recomendado dar alface, esses alimentos podem levar a diarreia.
Outros alimentos fibrosos que devem ser fornecidos diariamente, porém em quantidade menores são: pêra, pêssego , maçã, pimentão vermelho ou verde, manga , mamão, abacaxi e vagem sem sementes.

Biscoitos, bolos e pães devem ser evitados.

Com relação as rações comerciais peletizadas não devem ser usadas como única fonte de alimento. Geralmente elas são muito concentradas com proteínas e carboidratos, porém pobres em fibras apropriadas. Além disso, a ração não promove o volume adequado de alimento que o animal precisa e não promove o desgaste apropriado dos dentes, predispondo o aparecimento de problemas de má-oclusão.

È importante sempre manter água a vontade para estes animais, principalmente os que se alimentam de rações comerciais.

A ração deve ser administrada uma vez ao dia e o pote retirado após 2 horas de acesso, caso sobre ração no pote após às 2 horas, no dia seguinte forneça uma quantidade menor; As folhas e frutas devem permanecer em quantidade suficiente e a disposição por todo o dia.

Alimentação de Filhotes:

O ideal é que esses animais sejam alimentados pelo leite materno, nas priemeiras 3 a 6 semanas de vida. Os filhotes começam a se tornar capazes de ingerir alimentos próprios depois de 18 a 21 dias de idade.
Quando lidamos com filhotes órfãos as chances de obter sucesso na criação são pequenas. O erro mais comum é alimentar o recém nascido com grande volume de leite várias vezes ao dia. O ideal é fornecer 1 a 4 ml de leite a cada 12h.

Dica: O leite da coelha é muito diferente na composição do leite da vaca ou cabra, por isso é fundamental fazer uma suplementação desse leite. Veja as fórmulas substitutas do leite:

Fórnula 1
1 gema de ovo, 240ml de leite em pó reconstituído, 240ml de água, 5ml de mel, 5ml de polivitamínico

Fórmula 2
120 ml de leite em pó reconstituído, 120ml de água, 15ml de KARO, 1 gema de ovo

Quando o filhote já estiver comendo sozinho é preciso fornecer a ração em pequenas quantidades várias vezes ao dia, e as folhas e frutas manter a vontade por todo o dia, assim como a água.
Coprofagia:
A coprofagia (ingestão de fezes) é um hábito comum aos coelhos. É uma forma de refeição que faz parte do seu comportamento normal. Esse comportamento se inicia normalmente entre a 2ª e 3ª semana de vida, quando o animal começa a comer alimentos sólidos.
Essas fezes são fermentadas pela flora cecal e são ricas em fibras, vitaminas e proteínas porém,  eles tem dificuldade de digerir certas fibras, estas são eliminadas rapidamente, regulando o trãnsito intestinal e são ingeridas novamente para absorver todas substâncias nutritivas.

Bebedouro Para Coelhos e Roedores

Os bebedouros ideais para o seu roedor=)

Estes são os modelos de qualquer marca.
Possuem Preços variados em geral são bem baratinhos de R$3,00 a R$15,00

Numerologia para pets


Traços de personalidade, comportamento e até problemas de saúde podem ser amenizados com técnica
A numerologia, ao contrário do que muitos possam imaginar, é uma ciência que tem ganhado muitos adeptos, e os animais de companhia não são exceção. Por meio da soma da data de nascimento do bichinho e do seu nome, o especialista consegue revelar ao dono aspectos do comportamento do pet, saúde, personalidade, entre outros. Em alguns casos, como explica a numeróloga Karla Aleh Morghant, é possível melhorar, inclusive, a agressividade e fortalecer o sistema imunológico do animal alterando algumas letras de seu nome. “Obviamente a numerologia não transforma, não é milagre, mas auxilia como tratamento complementar”.
Karla, que trabalha no ramo de pets há quase cinco anos, tem casos práticos dos benefícios, depois de ter aplicado a técnica em seus dois cães, a Rottweiler Panthra e o Pastor Alemão Zolthan. Ela explica que no caso do Pastor, encontrou o animal muito doente, atropelado, com doença do carrapato e com anemia profunda. “Os veterinários deram para ele apenas mais quatro meses de vida, mas persisti e juntamente com a medicação e acompanhamento veterinário, o batizei de Zolthan”. A especialista explica que as letras “Z” e “H” têm uma vibração positiva, relacionada com o sucesso, obediência e realização de desejos, que no caso dela, era o desejo da cura do cão. Já as letras “A”, “J” e “S”podem remeter ao autoritarismo e independência.
Hoje, sete anos após o tratamento, Karla garante que a saúde de Zolthan é melhor que o de sua Rottweiler. O Pastor pesa 36 quilos e está totalmente recuperado. Mas a numeróloga deixa claro que não são apenas simples mudanças nas letras no nome que garantem a eficácia do tratamento complementar. Levar em conta a raça do animal, bem como a maneira que é tratado e o local onde ele vive também contribui. “Não adianta achar que a numerologia resolve sozinha, mas ela atua amenizando a parte negativa e intensificando a positiva”.


Mapa numerológico
Para os interessados em saber com mais detalhes relacionados à personalidade do animal, tendências negativas e positivas e até mesmo o possível destino do pet, a numeróloga traça um mapa numerológico personalizado. Nele, ela inclui um estudo aprofundado do número e endereço da casa do dono, já que tudo isso influencia a maneira que o pet vive. Para o serviço, a especialista cobra 100 reais e explica que atende via e-mail, telefone ou MSN. “Como não converso com os animais, não é necessário fazer consultas presenciais”, justifica.
Karla explica ainda que feito o mapa, recomenda algumas formas de tratamento, que incluem desde a substituição ou inclusão de letras no nome, no endereço da casa do dono ou até mesmo a cromoterapia. A numeróloga explica que é importante reforçar a energia do “novo” nome escrevendo-o na casinha do pet e repetindo-o constantemente.
Para finalizar, a especialista completa explicando que a numerologia não deve ser restrita apenas às pessoas e que os animais, sejam gatos, pássaros ou cães, possuem nome e data de nascimento, que podem tranquilamente ser analisados. E parece que o tratamento está se popularizando, aos poucos. Karla recebe de 5 a 6 pedidos por dia, chegando a 20 quando seus serviços são divulgados na imprensa.
Para entrar em contato com a numeróloga, envie um e-mail para karla_numerologia@ig.com.br

Famílias que têm pets desenvolvem menos alergia



Pesquisa comprovou que expor crianças à convivência com animais não aumenta o risco de alergias quando adultos. Pelo contrário, diminui em 50%.
Segundo uma pesquisa, ter bichos em casa diminui a incidência de alergias a animais. Um estudo realizado com quase 600 jovens revelou que a exposição desde crianças a gatos e cachorros previne a manifestação de alergias quando adultos.
O primeiro ano de vida de uma criança é o período em que ela desenvolve resistência, de acordo com os resultados do estudo Clinical & Experimental Allergy.
Especialistas analisaram amostras de sangue de participantes com idades até 18 anos, comparando os níveis de anticorpos de pessoas que sofrem de alergias a gatos e cachorros, levando em conta quais deles tiveram ou não animais em seus ambientes domésticos.
Garotos que tiveram cachorro durante o primeiro ano de vida demonstraram ter a metade do risco de desenvolver alergias, se comparados a jovens que não tiveram animais na família no mesmo período da vida.
Garotos e garotas que conviveram com gatos no primeiro ano de vida também mostraram ser 50% menos sensíveis a animais, se comparados a quem nunca teve bichos.
“Expor crianças a cachorros e gatos em casa não aumenta o risco de sensibilidade a animais. Pelo contrário, diminui”, Ganesha Wegienka, do departamento de saúde pública do Hospital Henry Ford, de Detroit, Estados Unidos.
Segundo Wegienka, a pesquisa oferece evidências de que a exposição aos animais não traz às crianças o risco de serem mais sensíveis quando adultas.
Alergias a gatos, causadas por proteínas presentes nos flocos de pele a na saliva dos animais, são as mais comuns e afetam 40% dos doentes de asma. O problema provoca espirros, olhos vermelhos e coceiras pelo corpo

Dicas na criação de coelhos!




1. Alimentação:
Coelhos são animais Herbívoros, portanto devem ser alimentados com considerável quantidade de alimentos fibrosos, isto é folhas, legumes, frutas e também hoje temos no mercado pet, rações a disposição. Sempre ofereça alimentos frescos e retire as sobras, para evitar que apodreçam e atraia bichos ou até gere ao animal distúrbios gástricos.
Para a hidratação, é muito importante manter água filtrada à vontade. Recomenda-se para coelhos uso de bebedouros automáticos com bico, além de evitar que o animal acabe derrubando a tigela, impede também que o animal fique molhado, o que não é desejável, já que a umidade nos pelos, pode levar a dermatites fúngicas
Para mais dicas sobre alimentação de coelhos clique aqui.
2. Saúde:
Ainda não existe no Brasil vacinas obrigatórias ou específicas para coelhos e mini-coelhos domésticos, mas cuidados de higiene são fundamentais para manter a saúde do animal.
A higiêne do local onde o animal vive é muito importante, mesmo que o seu animal viva em gaiolas ou fique solto pela casa é fundamental retirar os restos de comida, para evitar que fermente e apodreça, pois além de atrais bichos, pode causar alterações gastro-intestinais como diarréia.
Se o seu animal tem acesso a área extrena, cuidado com o excesso de sol, pois pode levar a insolação e consequente desidratação. Excesso de vento também favorece o aparecimento de gripes e outras alterações respiratórias. O ambiente em que seu animal vive deve ter um local onde o animal possa se proteger do sol e do frio, mas deve também, permitir o acesso do animal ao sol.
O piso em que o animal fica também é muito importante. Como coelhos não tem coxins (almofadinhas nas patas), o piso duro e áspero pode ser abrasivo e o contato constante pode provocar as conhecidas pododermatites, que são inflamações e lesões nas patinhas. Por isso é importante que o animal tenha acesso a gramado ou se você vive em apartamentos, um piso liso como mármore e cerãmica ajudam.
Não há necessidade de dar banhos em coelhos, a não ser por recomendação médica.
Observe as fezes e urina, é importante saber queas fezes devem ser redondas e durinhas e a urina normal de coelhos pode ser amarela, laranja ou até vermelha. E se o seu animalzinho apresentar alguma alteração de comportamento, procure imediatamente o veterinário.
Para te auxiliar na identificação de alterações de comportamento veja o post COMO ENTENDER SEU COELHO!
3. Usando o banheiro:
A urina de coelhos é muito forte devido a grande quantidade de amônia, se você não mantém a caixa sanitária limpa, o cheiro que se desprende pode irritar vias respiratórias. Uma boa opção para minimizar o cheiro é forra a bandeja sanitária com feno ou serragem, ou até granulados sanitários encontrados em petshops.
Assim que você perceber que o coelho urinou ou defecou, faça a limpeza da caixa. Não precisa trocar todo o substrato da caixa, pois manter um pouco do cheiro ajuda no treinamento do animal, que vai entender que é ali que deve fazer suas necessidades. Mas pelo menos 1x na semana troque todo o substrato e lave a caixa, para manter uma boa higienização local.
Na maioria das vezes o animal aprende sozinho a fazer suas necessidades no local correto, mas pros coelhinhos mais arteiros, você pode treiná-lo.
As técnicas não são muito diferentes das usadas em cães e gatos. Quando ele urinar ou defecar fora do lugar correto, limpe com um pedaço de papel e coloque o papel dentro da bandeja sanitária. E sempre que ele se alimentar ou beber agua, coloque-o na bandeja sanitária, para que ele sinta o cheiro da urina ou fezes. E sempre que acertar, parabenize o coelho, faça festa e carinho!
Dica: Vinagre ajuda a eliminar o cheiro de urina e fezes e pode ser usado pra passar no local onde ele fez errado.
4. brincadeiras e passatempos:
Coelhos também adoram brincadeiras e é muito importante manter atividades com seu coelhinho, pois estimulama mente e o exercício físico, evita problemas de estresse que podem ocorrer em animais que ficam muito tempo sozinhos e entediados.
Brinquedos de plástico devem ser evitados, pois eles podem roer, destruir e ingerir,podendo causar diarréia e outros problemas. Coelhos gostam de brinquedos que fazem barulho, então bolas com guizo, chaves (que imitam um chocalho) e latas (sem pontas cortantes) são boas opções de brinquedos. Caixas de papelão e blocos de madeira também são interessantes, pois eles roem e isso ajuda também no desgaste dos dentes.
Não é recomendado que o animal fique preso o dia todo em gaiolas, mesmo que coloque brinquedos dentro. É muito importante o exercício, mas também recomenda-se que não deixe o animal o tempo todo solto sem supervisão de um adulto, pois eles podem roer fios ou outros objetos que apresentam perigo ao animal.